Eu e o Inss
Assim, vou falar sobre algo que faz parte da minha vida há 14 anos e eu nunca tive vontade de falar: o Inss.
(Creiam, isso não me dá prazer nenhum, nem o assunto, nem o tempo de convivência forçada com esse órgão, mas preciso falar sobre isso.)
Vamos lá. Vou tentar não me deter em pequenos detalhes chatos e desnecessários para o entendimento da coisa toda. Já pensei em escrever um livro sobre, afinal, há muito o que contar, mas não é isso que farei aqui e sim, tentar mostrar a quem possa interessar que, não está sozinho.
Vou começar fazendo algumas considerações sobre coisas que aprendi em todos esses anos:
Procure trabalhar no que você gosta. Se isso não for possível, tente gostar do seu trabalho. Não, não é simples nem fácil mas, dentre todas as coisas que você faz, deve haver, pelo menos uma, que seja mais prazerosa que outras. Pois bem, esse será seu foco. Esse será seu ponto de apoio em cada umas das outras tarefas não tão agradáveis.
Não ignore os sinais do seu corpo. Ele está falando com você e ignorá-lo lhe trará problemas ainda maiores. Ele vai aumentar a intensidade dos sinais e pode chegar a gritar com você! É, o corpo grita, sim. Portanto, ouça, lhe dê atenção, procure ajuda especializada e cuide-se, sempre, desde o início dos sinais.
Se você não deu atenção aos sinais e agora sente que os gritos não podem mais ser ignorados, tenha em mente que, ninguém poderá avaliar a sua condição como você gostaria, nem mesmo as pessoas que lhe acompanham, amam e se dizem amigas (incluindo sua família). Assim, saiba que você é responsável por você, por seu corpo e sua mente. Cuide-se, mesmo!!
O preconceito que uma pessoa sofre no local de trabalho a partir do momento em que ela sai de licença (por doença, por acidente de trabalho, o que for) é algo a ser considerado. Sempre haverão os ignorantes falando sobre o que não conhecem. E sempre haverão aqueles que não querem conhecer, apenas se incomodam com o fato de você não estar lá, trabalhando e ralando como eles. Estes só pensam no fato de que terão que trabalhar mais para compensar a sua ausência).
Portanto, a grosso modo:
Até a próxima! (sim, terão muitas continuações)

























1 pessoa já comentou:
Nossa, texto profundo e o incrível é que é exatamente assim que penso. Li ele, como se a gente tivesse conversando a respeito. Não tenho nem o que acrescentar, já que concordo em tudo e sempre passo isso para as pessoas que convivo. A parte que mais gostei foi sobre conhecer uma pessoa nada agradável. Quando conheço alguém que é titulado como chato, difícil de convivência, etc.. ai que eu procuro conversar, pegar amizade. E por incrível que pareça, fico amiga demais da pessoa e conheço o interior dela que ninguém conhece.
Aprendi que a maioria das pessoas 'agradáveis', são aparências. As pessoas 'desagradáveis', também são aparências. Por dentro são lindas, sinceras conosco e com a própria vida.
Beijos querida, muito bom passar por aqui de novo.
Fica com Deus
:)
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